Engraçado... em poucos anos tantas coisas acontecem, mas ao mesmo tempo, parece que foi tudo ontem. Me lembro dos preparativos para minha missa de 15 anos , já que não foi possível fazer uma festa. Me lembro da festa surpresa (mal sucedida) que minhas primas fizeram pra mim. Dos cumprimentos recebidos dos amigos queridos, do amor, dos pais, dos amigos dos pais, dos parentes que não via há tempos. Do meu tio reclamando da Bíblia super pesada que ele teve que ficar segurando toda a missa. Dos presentes. Daquelas que se foram um pouco antes. Daquele que saiu de casa pela primeira vez depois de tanto tempo. Dos anos que se passaram depois desse dia. Das pessoas que passaram depois desse momento...
As coisas são tão fugidias. Tão fugazes. A gente não aproveita da forma necessária. A gente acha que é imortal. Que a vida tem replay. Mas não. A vida não tem replay. Os momentos só passam em slow motion nas nossas lembranças. Porque na vida real, tudo passa muito depressa. Depressa demais a ponto de não percebermos que se passou tanto tempo.
Há sete anos eu fazia 15. E tanta coisa vivi a partir dali. Os 15 anos são sempre um marco na história de cada menina. Me apaixonei algumas vezes, fiz amigos, perdi alguns, fiz burradas (algumas das quais tento não me arrepender), amei, conheci muita coisa, aprendi muita coisa.
Aprendi que devemos dar valor às pessoas que nos amam. Mas dar valor desde o primeiro momento que você sabe que ela te ama. E não perder isso nunca. Aprendi que devemos ser amigos dos nossos pais e que esconder sua vida deles não adianta. Eles sempre sabem tudo o que se passa conosco mesmo quando não dizemos uma palavra. Aprendi que sentir saudades é muito ruim e dói muito, mas necessário para que sonhos sejam realizados. Aprendi que família é meu porto seguro e sim, sua família pode ser sua amiga. Amigos vão, vêm, alguns passam e outros deixam alguma coisa deles em nós, mas o rumo que cada um toma não é definido pela vontade que eu tenho que eles fiquem perto de mim (antes isso fosse verdade). Aprendi que nada acontece por acaso e que sempre é tempo de consertar alguma besteira feita no passado. Temos que tomar alguns tombos, levar alguns foras pra aprender a dar valor. Aprendi que quando se quer alguma coisa, a gente tem que lutar por isso e não deixar o tempo passar. Não existe essa história de "deixa a vida me levar" no final das contas... O que existe é o que você faz pela sua existência.
O fato é que nunca sabemos quando as coisas vão mudar, acabar, passar ou quando nós vamos mudar, envelhecer e acabar. Nós temos que viver com intensidade e fé em nós mesmos e dar valor até àquele abacaxi que acreditávamos docinho e que na realidade estava azedo de doer.
As coisas são tão fugidias. Tão fugazes. A gente não aproveita da forma necessária. A gente acha que é imortal. Que a vida tem replay. Mas não. A vida não tem replay. Os momentos só passam em slow motion nas nossas lembranças. Porque na vida real, tudo passa muito depressa. Depressa demais a ponto de não percebermos que se passou tanto tempo.
Há sete anos eu fazia 15. E tanta coisa vivi a partir dali. Os 15 anos são sempre um marco na história de cada menina. Me apaixonei algumas vezes, fiz amigos, perdi alguns, fiz burradas (algumas das quais tento não me arrepender), amei, conheci muita coisa, aprendi muita coisa.
Aprendi que devemos dar valor às pessoas que nos amam. Mas dar valor desde o primeiro momento que você sabe que ela te ama. E não perder isso nunca. Aprendi que devemos ser amigos dos nossos pais e que esconder sua vida deles não adianta. Eles sempre sabem tudo o que se passa conosco mesmo quando não dizemos uma palavra. Aprendi que sentir saudades é muito ruim e dói muito, mas necessário para que sonhos sejam realizados. Aprendi que família é meu porto seguro e sim, sua família pode ser sua amiga. Amigos vão, vêm, alguns passam e outros deixam alguma coisa deles em nós, mas o rumo que cada um toma não é definido pela vontade que eu tenho que eles fiquem perto de mim (antes isso fosse verdade). Aprendi que nada acontece por acaso e que sempre é tempo de consertar alguma besteira feita no passado. Temos que tomar alguns tombos, levar alguns foras pra aprender a dar valor. Aprendi que quando se quer alguma coisa, a gente tem que lutar por isso e não deixar o tempo passar. Não existe essa história de "deixa a vida me levar" no final das contas... O que existe é o que você faz pela sua existência.
O fato é que nunca sabemos quando as coisas vão mudar, acabar, passar ou quando nós vamos mudar, envelhecer e acabar. Nós temos que viver com intensidade e fé em nós mesmos e dar valor até àquele abacaxi que acreditávamos docinho e que na realidade estava azedo de doer.
(nostalgia)